Postezinho só pra agradecer o selinho que ganhei da querida Si Café! Muitíssimo obrigada minha linda! Mil beijos!
Olha meu selinho aí:

Samy

Postezinho só pra agradecer o selinho que ganhei da querida Si Café! Muitíssimo obrigada minha linda! Mil beijos!
Olha meu selinho aí:

Samy

5 lanchinhos: Confesso que isso muda de estação para estação, mas atualmente seria tapioca, picolé, pretzel, bolo de chocolate e pizza.
5 canções que sei a letra toda: Confesso que de cabeça eu não me lembro de nenhuma música que saiba de cor, mas é só colocar a música pra tocar que me lembro da letra de imediato, mas vamos lá, eu acho que sei de cor a letra das seguintes músicas: Overprotected da vergonhosa Britney, She will be loved do Maroon 5, Complicated da Avril… ai não me lembro mais…
5 coisas que faria se ficasse milionária: Compraria um carro pra mim e outro pra minha mãe, pagaria todas as contas (leia-se de todos) aqui de casa, passaria 3 dias só fazendo compras comprando as mais divresas coisas possíveis, doaria uma parte para caridade e botaria outra parte na poupança.
5 maus hábitos: Só falar com as pessoas quando estou com vontade, ficar emburrada quando não gosto de algo, idealizar as coisas, desistir muito fácil das coisas, não passar o fio dental antes de dormir (dá uma preguiça!)
5 coisas que você não sabe sobre mim: uso um desodorante diferente por dia, não sinto completamente o cheiro das coisas, gosto de chamar atenção, mas odeio ser o centro das atenções e eu estou escrevendo um livro.
Samy

As vezes me sinto vazia e unútil! Eu adoro escrever, mas não acho que escrevo bem… claro que tem vezes que eu estou super inspirada e sai um texto bem legal, mas eu não sei fazer um texto corriqueiro que seja bom. Os meus textos são normalmente normais, bem medianos… é que eu preciso de insumo pra escrever, preciso de estímulo, de emoção…. talvez por isso que quando mais consigo escrever é quando estou triste… gosto de um turbilhão de coisas acontecendo, odeio ficar parada… gosto e preciso de movimento… mas o mais engraçado é que quando a minha vida está cheia de movimento raramente tenho tempo para escrever…
Samy

Hoje me bateu uma gula! Não que eu tivesse comido muito ou nada do gênero, mas vontade foi o que não me faltou… a cada segundo pensava numa coisa diferente pra comer.. agora mesmo, estou com um pão com queijo + um copo de suco + uma caneca de nescau e o que não sai da minha cabeça nesse instante é um picolé.
Samy

Não me canso de criar coisas novas e de voltar atrás… de criar blogs e fechar blogs.. de reativar blogs parados e depois para-los de novo…
Não me canso me acreditar piamente em algo e me descobrir errada… não me canso de mudar de opinião 2, 3 ou infinitas vezes que seja…
Não me canso de buscar a felicidade mesmo não sabendo o que ela seja ou o que represente..
Não me canso de fazer inumeras listas… não me canso de falar sempre a mesma coisa…
Não me canso errar pra burro… e continuar errando, mas sempre no intuito de acertar..
Não me canso de chorrar toda noite, sendo de mansinho ou copiosamente…
Não me canso de de relembrar tudo que vivi e me envergonhar das merdas que fiz…
Não me canso de escrever mesmo que seja pra ninguém ler…
Não me canso de viver um dia após o outro sempre atropelando tudo e morrendo de ansiedade pela gota serena…
Não me canso de pensar, pois, como diz a Si, pensar é meu esporte favorito…
Não me canso de ser contraditória e afirmar que sim eu me canso, mas só para as exceções.
Samy

Essa semana eu estava numa questão existencial que versava sobre o fato de eu ser influenciável ou não. Uma coisa é fato: mudo de opinião constantemente e facilmente. Mas para resolver a minha questão seria imprescindível saber se mudo de opinião com fundamentos sólidos para tal ou se apenas alguém vier e me disse algo contrário ao que eu penso sem muita consistência.
Meu dilema se amplifica a partir do momento que outra questão existencial aparece: Qual a verdade da coisas e como encontrá-la?
Vivo em busca da verdade e nessa busca estou constantemente mudando de opinião. Ainda estou longe de descobrir as resposta dos meus dilemas, mas encontrei um frase que me acalma alma por enquanto: “Triste não é mudar de opinião, mas não ter opinião para mudar.”
E fica aí a grande batalha a ser enfrentada: “Mais importante que ter opinião, é saber quando mudar de opinião”.
Samy

Estava eu fazendo palavra cruzada…. aquelas conhecidas como diretas, que o jogo dá uma dica pra você preencher qual é a palavra…
Pois é, a minha dica era: Condenou Jesus. Imediatamente dei a resposta: Poncio Pilates. Não, eu não digitei errado, eu realmente escrevi nos quadradinhos P-I-L-A-T-E-S. E antes de perceber a minha pérola e ainda tive tempo de divagar: ” puxa, será que aquela atividade física chamada pilates tem alguma relação com ele? Será que ele que originou essa atividade? Uau, então o pilates é uma arte milenar!”
E foi só quando eu vi que a outra palavra na horizontal, que cortava essa palavra, não cabia de jeito nenhum, foi aí que percebi que era Pilatos e não Pilates. Fiquei triste, pois assim a minha teoria foi por água a baixo.
Samy

Eu sempre achei velhinhos fofos. Com toda a sua experiência eles sempre abrilhantavam a sociedade. Sempre achei que seria legal passar um dia com alguns velhinhos, ouvir suas histórias – afinal o que eles mais gostam de fazer é contar suas histórias e casos do passado. Mas recentemente, mudei todo o meu conceito sobre o assunto. “E por quê?” – perguntaria você – e eu, igualmente aos velhinhos, teria que contar um caso repentino na minha vida.
Resumindo saímos eu e meus pais para jantar com uma velha (literalmente) amiga de meu pai. É importante dizer que posso considerá-la velha já que ela preenche 2 aspectos básicos para tal: 1- tem a cabeça toda branca; 2- só fala do passado. Estes não são aspectos determinantes de modo universal, mas ela ainda completa um 3° requisito, este já considerado como determinante, a idade.
Enfim, fomos jantar…. calma voltemos um pouco… fomos buscá-la, e eu confiante que deixaria a minha timidez crônica de lado e seria a pessoa legal que sou com aqueles que já conheço. Ela entra no carro, beijinhos, oi oi tudo bem, papo de quanto tempo não te vejo com meu pai, e o papo vai rolando, ela contando as novidades, etc. Tento ser legal e botar os princípios de Dale Carnigie em prática, prestar atenção e participar da conversa, mas no fim das contas me limitei a sorri. Como temia estava nitidamente fora do papo. Resignei-me a olhar a paisagem do lado de fora do carro, mesmo quando durante a conversa ela olhava pra mim.
Chegamos no restaurante, escolhemos o que comer e a conversa continuou. Dessa vez, as circunstâncias me obrigaram a participar da conversa e então comecei a notar que essa conversa estava estranha. Aos poucos fui percebendo que aquilo não era uma conversa e sim um monólogo. A velhinha não parava de falar um segundo, terminava uma frase e começava outra imediatamente, nem durante a comida a velha sossegou. E ficamos todos lá quietos ouvindo-a falar. Comentávamos alguma oportunamente, mas não frequentemente.
No fim da noite, eu já não agüentava mais ouvir a velha falar. A única coisa que conseguia fazer quando ela falava era sorrir. Mas o pior era que além de não calar a boca 1 segundo, ela só falava de defunto, e eu ficava lá sorrindo a cada pessoa que ela comentava que tinha morrido. Teve uma hora que parei de ouvir e fiquei só com o sorriso amarelo estampado no rosto. Ela poderia dizer que eu sou uma vadia que eu continuaria a sorrir para ela. Tudo que eu conseguia fazer era rezar para que a noite acabasse logo, mas acho que como a mulher não parava de falar Deus não conseguiu ouvir minhas orações, por que a noite se arrastou e se prolongou por muito tempo.
Quando fomos levá-la em casa eu já mentalizava um mantra: ”Acelera-Acelera-Acelera-Acelera-Acelera…”. Quando ela finalmente saiu do carro, mesmo ainda tentando puxar papo no meio da rua, eu senti um alívio enorme e a única coisa que consegui pensar foi: “Bem.. velhinhos não são tão fofinhos assim!”
Samy

Confesso que nunca quis imaginar a minha vida sem o computador, mas não foi difícil. Confesso que tem horas que batei aquela vontade forte… mas depois passava… e eu sou assim… tudo passa e tudo volta pra mim… E vivo assim no meio de idas e vindas… andanças lambuzadas dos mais diversos aspectos… Gosto de imaginar as coisas… principalmente gosto de pensar… de qualquer maneira… sobre qualquer gênero número e grau… e é nessa perspectiva que acho que me conheço e vejo que não é bem assim pois percebo que sou bem mais do que imagino… Posso mudar de opinião da água por vinho na esfera de um grande depende… Considero-me muito aberta e receptiva a tudo a todos (quase tudo e todos), não tenho padrões fechados nem há verdades na minha vida que sejam absolutas, e acho que por isso mudo de opinião facilmente… mas será que isso é uma fato ou uma mera desculpa para explicar uma possível característica de influenciável? Até onde mudar de opinião facilmente é uma característica intrínseca ou um aparente caráter de “Maria vai com as outras”? E há aí um grande questionamento do direito que me aflinge no que tange a minha vontade de ser juíza… no direito agente formula vários ângulos… o ângulo do autor do processo e o ângulo do réu… e se a pessoa (no caso o advogado) souber ter convencer que o ângulo dele é o certo, você irá acreditar piamente que está ao lado da verdade… mas a questão é que aspectos de ambos os lado são coerentes e no meio dessa zona gris nebulosa como é possível se chegar a verdade e não titubiar… como se saber se o que te convenceu foi a verdade ou um mero joguete de palavras, lógicas e argumentos bem articulados?
Samy

“Nesse ano, quero paz no meu coração…” Todo ano ouvimos essa bendita música, principalmente aqueles que passam a virada em locais públicos, praias em grandes cidades, por exemplo; sempre tem um cara que coloca essa música no carro e pra todo mundo ouvir, é claro, isso do tempo do toca-fitas até os do mp3.
Porém eu descobri, logo antes da virada (nada mais próprio), uma música muito mais “ano novo, seja bem vindo” do que qualquer outra por aí. “Novo Aeon” de Raul Seixas; ele utilizou essa música para promover a sua Sociedade Alternativa; considerado louco por muitos, Raulzito só queria no final das contas uma sociedade mais justa, onde cada um poderia fazer o que quisesse sem atrapalhar o outro; criação um tanto quanto utópica, mas a intenção era boa. Voltando ao tema ano novo a música inicia-se da seguinte forma “O sol da noite agora está nascendo, alguma coisa está acontecendo…”
Apesar dele já ter falado sobre 10 mil anos passados, Raul sabe também contar sobre um ano que está prestes a estrear.
Felipe Silvany

Fiquei sem pc por muito tempo mas agora estou de volta…
Ao contrário do que imaginei, esse tempo que eu fiquei sem pc não consegui escrever nada que preste pra postar aqui. Então esse post não vai ter nenhum conteúdo substancial…ainda essa senama eu posto alguma coisa… passei só pra avisar da minha volta triunfal.
Samy

Estou sumida. Já faz algum tempo que não posto nada. Mas qual a diferença? Brincadeira. Ando sumida não só do blog mas de tudo que tem relação com computadores. Depois de muito tempo tendo que aturar minha mãe repetir diariamente “Desliga esse computador!”, eu finalmente tive que fazê-lo, pois como vocês sabem eu viajei. E o que eu tanto temia finalmente aconteceu. Numa manhã alegre e ensolarada eu desliguei meu pc e nunca mais ele voltou a funcionar. Muito triste isso! Mas contrariando as minhas expectativas eu até que estou sobrevivendo sem ele. As vezes eu até entro no pc da minha irmã, mas nem tenho tanta necessidade disso como tinha antes e achei e que fosse continuar tendo. Muito legal isso!
Então é isso, vou aparecer menos por aqui até meu pc ressuscitar. Beijo!
P.S.: A Viajem foi ótima, depois conto pra vocês os detalhes.
Samy

Mr. Hurricane e Kafka
O que tem a ver um escritor tcheco-germânico, considerado confuso, obscuro, acostumado a contar sobre suas experiências, com um cantor de Folk americano, aquela música lá do interior do Illinois? Kafka escreveu “O processo” em 1925, nele o personagem principal, Joseph K. sofre com um processo injusto e acaba se esbarrando nos entraves da burocracia da justiça figurativa abordada. Em 1966, Rubin “Hurricane” Carter um promissor pugilista é acusado de duplo assassinato por testemunhas que se encontravam perto de um bar nos arredores de New Jersey; uma música surge então para eternizar essa página triste da justiça americana que se regia muito pela discriminação racial.
“Here comes the story of the Hurricane, The man the authorities came to blame. For something that he never done. Put in a prison cell but one time. He could have been the champion of the world”
Este é um trecho de Hurricane, que tocou muito pelos idos de 1967, o boxe ainda era o clássico, aquele de Joe Frazier e Muhammad Ali e o carro de ponta na época era o Shellby Mustang, V8. Queria a gente que as injustiças processuais se reservassem à ficção, abordada no exemplo de “O Processo”; apesar de este ter sido criado com base nas experiências do própio Kafka no setor público em que trabalhou. A história de Hurricane porém pode exemplificar, dessa vez na realidade, a aplicação maléfica do Direito. Ele ficou mais de 20 anos preso e ao receber o direito à liberdade foi recompensado com o cinturão de campeão mundial de boxe, bem atrasado, é claro. A história dele virou livro, autobiográfico e filme, com Denzel Washington no papel principal.
Estão aí algumas sugestões de fim/início de ano, o filme Hurricane, com Denzel Washington e o livro “O Processo” de Franz Kafka.
Felipe Silvany