Arquivos para a Categoria ‘Fantasys of My Mind’

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FOOM > A entrevista…

27 27UTC Junho 27UTC 2008

Eu sempre criei histórias na minha mente, mas sempre foi um problema botá-las no papel. Tentei com algumas, mas apesar de saber o final eu simplesmente nunca consegui escrevê-las. Lembro que logo que contei a alguns amigos sobre o livro, que desta vez estou determinada escrever – e se me permitirem sonhar, publicá-lo não seria nada mal – alguém me perguntou como era esse processo de criação. E eu, aqui sentada na minha cadeira, pesando sobre o assunto, me senti como aqueles jornalistas de filmes antigos me fazendo aquelas perguntas básicas que nenhum escritor pensa (eu acho) quando vai escrever.

Mas antes de passar para as perguntas deixem-me contar como isso tudo começou. O fato é que eu não lembro como tudo começou, sempre fui péssima com datas, mas eu lembro de mim mesma, talvez no 1° ano do ensino médio, escrevendo a minha primeira história de verdade. Não que eu já não tivesse criado muitas outras, mas esta em especial me marcou, pois foi a primeira que consegui botar no papel, exceto pelo final. Eu lembro que ela já estava pronta quando resolvi escrevê-la, na época já estava na criação de outra estória quando de repente me bateu um estalo, click, e eu disse: eu vou botar no papel a minha história. E não sei por que aquela história tinha sido a escolhida, acho que ela já nasceu para ir além da minha mente.

Antes de falar dessa história vale ressaltar que ela era um melodrama. Mas pense comigo, o que uma adolescente boba e ingênua escreveria se não um melodrama. Acredite, naquela época eu ainda era boba e ingênua. Sempre gostei de romances e a minha vida sempre foi um romance, sempre com muito drama, por favor. Como um conto de fadas. Era a história de Safira, uma princesa egípcia. Mas não nos delonguemos nas possíveis milhões de explanações que sou capaz de fazer dessa história. Pra começo de carreira conversa ela foi suficiente.

Aí vêm as perguntas, e como você faz pra criar uma história? Em que se baseia? Simples, primeiro você dá uma vasculhada na sua mente procurando coisas interessantes, como se estivesse num sótão procurando fotografias antigas. Até que você encontra aquela que lhe chama muita atenção e você diz: É essa! Então você olha a foto, seus detalhes, suas características, analisa o ambiente e percebe que não conhece aquela pessoa da foto. Você simplesmente sorri e parte para a aventura. Na maioria das vezes tento procurar fotos diferentes umas das outras. Procuro lugares diferentes com temas diferentes (okei, não tão diferente assim, eu confesso), e pessoas diferentes. Há quem diga que você cria o personagem, mas eu não! Eu vou ao sótão e pego uma foto, eu não criei e nem tirei a foto ela já estava lá. Eu apenas vou descobrindo coisas que já existiam sobre aquela foto, como o clima do lugar, o humor da pessoa na foto, como ela gosta dos seus ovos (mexidos, inteiros, pouco sal..). Enfim, cada nova foto é uma nova aventura, são novas descobertas.

Talvez eu nunca seja uma boa escritora de novelas para a televisão, pois o destino e ações dos personagens muitas vezes são decididos pelo público e os meus personagens não são marionetes, ele fazem o que têm que fazer independente se vai ficar bonito ou não. Eles são pessoas como eu e você e que simplesmente seguem seus instintos. A única diferença é que os meus personagens vivem apenas em um mundo diferente do nosso, que dizer diferente do seu. Elas vivem no meu mundo, na minha mente. Por enquanto.

É engraçado que toda vez que termino uma história fica aquela dúvida: Será que vou ser capaz de criar outra depois dessa? E uns dias depois (às vezes bem mais) lá estou eu a criar sem ao menos perceber. O final de uma história é interessante, pois pra mim não dá pra saber exatamente quando ele ocorrerá, dá apenas pra senti-lo chegando. Muitas vezes eu fui além do que devia, ultrapassei o fim, mas toda vida tem o seu curso exato, querendo ou não. O que acontece nesses casos perguntaria você, já investido no personagem do repórter, e eu te responderia que esse tempo extra são como momento da nossa vida que agente simplesmente esquece e finge que nunca aconteceu, pois ao passar daquele limite a felicidade perde o seu sentido.

A minha segunda tentativa de escrever uma história foi com outro melodrama, talvez no mesmo ano. Pra falar a verdade não me lembro quem veio antes de quem. E se tratava da história de um garoto que queria entender o que era o amor. Mas, assim como pessoas se destacam na vida real, quem se destacou nessa história foi a menina com que ele descobriu o que era o amor. Quem lê a essa história talvez diga que eu perdi o rumo, o foco inicial. Mas como já disse não sou eu que faço a vida dos personagens, eu apenas materializo. Desta forma, como às vezes na nossa vida nos perdemos o rumo, também acontecem com as pessoas na minha cabeça.

Nessa parte da entrevista eu chamaria o repórter ao canto e diria: Quer ouvir uma coisa engraçada? Nunca gostei de papel e caneta. O jovem repórter me olharia esquisito, como se não tivesse entendido a piada. Então,com um leve sorriso no rosto eu explicaria que há uma linha entre criar e escrever. Criar é a parte mágica do serviço e escrever é o trabalho pesado, como sou muito magrinha não agüento trabalhos muito pesados, é esse o motivo pelo qual nunca escrevi as minhas histórias. Até hoje.

Se você está aqui deve saber que o quanto gosto de blogs, internet e todas essas tranqueiras da era digital, e assim resolvi unir o útil ao agradável. Percebi que digitar dissipava a imagem trabalhosa da parte de escrever e nem queira entender o porquê, afinal tudo depende de como você vê as coisas.

Por fim, basta só aguardarem o meu livro ficar pronto e torcerem para eu estar com bom humor de publicá-lo aqui.
FIM
P.s.: Agora é a parte que eu pergunto ao repórter quanto é o meu cachê pela entrevista!
P.s.1: Na verdade só finalizei esse texto, pois já tinha 2 páginas e o repórter já estava começando a cochilar.
P.s.2: Já falei como eu fico inspirada quando escrevo a noite?

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FOMM > Julia e a armadura…

29 29UTC Maio 29UTC 2008

Decidiu que nunca mais choraria por aquilo outra vez. Enxugou a lágrima solitária e vestiu a armadura. Ela precisaria de tempo outra vez, para pode digerir suas lembranças. Saiu sem rumo, apenas ela e sua velha armadura. Fixou ser olhar no infinito e andou sem rumo, quando parou, por causa do cansaço, já não sabia aonde estava. Agora sim estava perdida de corpo e alma.

Olhou para o lado e viu as pessoas passando. Sentiu-se invisível, apesar da grande e pesada armadura que carregava. Será que ninguém a via carregar tanto peso sozinha?

Queria voltar, mas não sabia por onde. Notou que um rapaz a fitava, então em meio ao pânico, largou a armadura no chão e saiu correndo sem rumo.

Samy

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E > O conto de fadas…

26 26UTC Maio 26UTC 2008

ESTE POST FOI VETADO POR NÃO SE ADEQUAR ÀS DIRETRIZES POLÍTICAS, ECONÔMICAS E SOCIAIS DESTE BLOG! SORRY, VOCÊ VAI FICAR SÓ NA CURIOSIDADE!

Samy

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FOMM > Júlia e as estrelas….

26 26UTC Maio 26UTC 2008

Júlia olhou para o céu tão estrelado e sentiu o coração apertado. Aquela lua lhe trazia tantas lembranças. Tentou afastar aqueles pensamentos, tentou vestir a sua máscara de pessoa forte e decidida, tentou vestir a sua armadura. Só que não deu muito certo, então ela se rendeu e deixou-se pensar sobre tudo aquilo ao menos uma vez.

A primeira coisa que pensou foi que sua vida era uma tremenda mentira, uma mentira que ela mesma criara. Estava cansada das regras da sociedade, de ser alguém que não era, de dizer as coisas que não queria dizer, mas tinha que fazê-lo.

Pensou no primo da Carlota e sentiu pena de si mesma. Queria que pudesse ter dado certo, mas sabia que independente de quem fosse não daria. Uma relação necessita de entrega e isso era pedir demais.

Lembrou o porquê não conseguia se abrir a ninguém e permitiu que apenas uma lágrima escorresse em seu rosto.

Samy

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FOMM > Mariazinha em: Será?

1 01UTC Maio 01UTC 2008

Mariazinha olhou para ele novamente, mas não quis continuar o pensamento pois sabia que não devia. Sabia que se começasse a pensar não ia dar em boa coisa. Sabia que iria parar em lugares que, mesmo gostando, fariam-na sofrer de um jeito ou de outro. Sabia que se ele pulsasse novamente não teria volta. E se tudo desse errado? Será que ele morreria de vez? Preferiu ser realista com uma pitada de pessimismo se fosse necessário. Estava decidida que não se envolveria. Será?

Samy

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FOMM > Pensamentos de Mariazinha….

10 10UTC Abril 10UTC 2008

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Ao piscar os olhos Mariazinha sentiu o tempo passar muito rápido. A vida estava correndo e ela se sentia estagnada. Pensou no que poderia fazer, mas se irritou por gastar muito tempo só pensando. Seria ela que estaria muito devagar ou vida que estaria muito rápida? Olhou para si e viu que estava ficando velha, entristeceu-se, pois a cada caminhada do ponteiro dos segundos seria mais uma coisa que ela estaria muito velha pra fazer. A cada milésimo seria uma oportunidade perdida. E esse seria o preço pela sua timidez. Será que ela seria capaz de pagá-lo sem remorsos? Ou ela seria uma eterna devedora de si mesma, cada vez aumentando a sua dívida, o seu arrependimento? Num ímpeto fulminante Mariazinha levantou, qualquer um que tivesse visto a cena diria que ela resolveu agir e mudar sua vida… mas na verdade ela apenas levantou-se pois já estava atrasada para academia.

Samy

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Fantasys of My Mind > Mariazinha e aula de jumper…

28 28UTC Março 28UTC 2008
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Mais um dia de Mariazinha na academia. Há muito tempo que ela vinha reparando na aula de jumper, mas nunca teve coragem de participar. Depois de sua amiga tanto insistir ela resolveu ficar um pouco, mas só para olhar a aula. Enquanto a música rolava Mariazinha acompanhava com batidinhas da ponta dos pés, ela estava morrendo de vontade de participar. O professor já a havia convidado várias vezes durante a aula, mas nunca que ela iria ficar pulando e deixar as suas leves gordorinhas desgovernadas, ela dizia para si mesma. Não que ela não quisesse, só não tinha coragem suficiente. Na verdade ela não tinha coragem nenhuma, nem sabia como estava lá.

A aula acabou e Mariazinha estava super feliz, a aula de jumper seria uma das aulas que concerteza faria se tivesse coragem. Mas sabia que sua timidez nunca a deixaria realizar esse desejo. A garota chegou em casa deitou na cama e tudo que conseguiu sentir foi uma imensa frustração.

Samy

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Fantasys of my mind > A seqüência….

19 19UTC Março 19UTC 2008
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- E um e dois e três e quatro – demonstrou Astolfo, o professor da academia.

- E um e dois e três e cinco.. não, não não… e um e dois e quatro.. Afffff!!!

- Calma amiga, você consegue! – disse Lúcia a Mariazinha que já estava revoltada por não conseguir fazer a seqüência que o professor da academia mandara.

- Respira amiga, essa é uma seqüência bem simples…

- É por isso mesmo que me embolo.. como é que eu não consigo acerta uma seqüência tão simples??? – disse Mariazinha indignada.

- Vamos por parte… e um…

- E um- imitou Mariazinha

-E dois.

- E dois

- E três.

-E três.

- E quatro.

- E quatro!

- Está vendo que você consegue, agora mais rápido… e um e dois e três e quatro…

- E um e dois e sete e nove…. Argh! Desisto, eu vou pra casa, cansei de pagar mico.

- Espera amiga… Mariazinha, Mariazinha volta…. Mariaaaaaa.

Ao chegar em casa Mariazinha tentou não pensar naquela seqüência idiota, mas resolveu tentar só mais uma última vez.

- E um e dois e três e quatro… agora eu consegui.. que raiva!

 Samy

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Fantasys of my mind > O diário de uma tímida – parte I…

18 18UTC Março 18UTC 2008

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Mariazinha voltava da escola, ela estava muito apreensiva e ansiosa. Tinha medo do que podia dar errado, mas estava tentando ficar confiante. A garota não conseguiu estudar, sua cabeça estava muito distraída em outro mundo e suas possibilidades. Resolveu assistir TV comendo um balde pipoca, sabia que de tudo no mundo aquilo conseguia deixar sua mente ocupada. A cada intervalo na televisão ela olhava as horas. Passavam-se uma, duas, três, quatro horas e o momento estava chegando. Batia aquele frio na barriga, mas ela respirava fundo e voltava a assistir tevê. Quando nada mais na televisão conseguia tomar-lhe atenção decidiu ir começar a se arrumar. Talvez com a possibilidade de menos coisas poderem dar errado ela se acalmaria. Mas não foi assim que aconteceu. A cada milésimo de segundo que se passava ela ficava mais nervosa e após sair do banho já estava encharcada de suor. Analisou milimetricamente que roupa usaria, queria causar boa impressão. Estava pronta, mas ainda era cedo. Comeu um pão para se acalmar, analisou as possibilidades de conversas, o que poderia dizer, que assuntos poderiam surgir, treinou possíveis respostas e tentou prever o que os outros diriam. Lembrou de Sócrates, o que a fez rir um pouco. Testou caras e bocas, olhares e gestos. Comeu o resto do almoço que sobrava na geladeira. A hora estava chegando. Ia mais cedo para sondar o terreno ou esperava para chegar na hora certa? Decidiu ir logo. Respirou fundo e desceu às escadas. Caminhou pela rua focada no seu objetivo, nada a faria desviar.

Quando chegou em casa, deitou na cama e sorriu feliz da vida. Exalava alegria por todos os poros. Todos os seus músculos doíam, mas chegou à conclusão de que nada melhor para o corpo e para a alma do que ir para academia.

Samy

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Fantasys of my mind > O percorrer da vida – Capítulo 3 (Final)

4 04UTC Março 04UTC 2008
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Capítulo 3

Quando chegou próximo do elevador deparou-se com alguém que também aguardava para subir. Foi se aproximando lentamente e cada passo reconhecia aquelas formas, aquelas cores, aquele cheiro. Quando se deu conta de quem poderia ser, parou. Um arrepio lhe passou pelo corpo, então, hesitou em continuar. Ali pode ser qualquer um – pensou ele, obrigando seu corpo paralisado a continuar andando. Finalmente ele estava lado a lado dela, mas dentre tantas possibilidades de quem poderia ser aquela pessoa, tinha uma que dava muito medo, e receoso de que se concretizasse ele não conseguiu olhá-la. Marcos percebeu que a pessoa o fitava, sentiu um certo incomodo e se rendeu.

Quando os dois olhares se encontraram foi como se o tempo houvesse parado por um instante. Ele pôde sentir a faísca que o encontro causou. Marcos sempre soube que essa situação poderia acontecer a qualquer momento, mas nunca quis se quer imaginar. Ele respirou fundo. Era ela, a mulher que há 5 anos arrancara da sua vida, mas que nunca conseguira arrancar do seu coração.

Os dois ficaram se olhando sem dizer nada até que o elevador chegou para levá-los. Eles entraram e o silêncio permaneceu. Mas a medida que o elevador ia subindo o clima ia ficando mais leve. Era como se a cada andar o sofrimento, a raiva e a culpa fossem se esvaindo. O elevador parou no 15° andar e os dois fizeram menção de sair. Lá estavam eles na frente da mesma porta. Ela apertou a campainha, respirou fundo, olhou para ele, deu um leve sorriso e a porta se abriu.

Quando chegou em casa, Marcos pegou a caixa que guardava embaixo da cama e guardou no armário aonde estavam seus pertences mais valiosos. Essa noite ao dormir ele conseguiu sentir novamente a sensação de paz.

Samy

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Fantasys of my mind >Loucuras…

22 22UTC Fevereiro 22UTC 2008

 

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Dias de tédio no MSN geram histórias bem interessantes….

“Cris: caraca vc sabia que eu amo essa cor ela é tão incrível!!!!acho que to apaixonada

Samy: hehehehehehehhehe eita sua mão vai ficar com ciúmes, é melhor eu explicar pra ela, mão de Cris nois é doida então desconsidere! pronto já falei com sua mão quer falar com meu pé?

Cris: uhum pezinho da minha plimusca não ligue para as nossas merdas nós só somos gênias no auge da loucura hehehehe pronto falei

Samy: êeeeeeee ele ficou mto feliz de falar com vc

Cris: minha mão disse que gosta mto de vc

Samy: poxaa q legal tb gosto muito dela manda um beiju pra ela e diz q é pra ela não deixar vc sair batendo ela em tudo q é lugar não

Cris: ela disse que vai criar um sindicato para as mão sofredoras que nem ela uhumhum ela disse que não agüenta mais sofrer nas minhas mãos

Samy: poxaaaa será revolução das mãos elas vão dominar o mundo irão nos escravizar

Cris: ahhhhhhh socorro as mão vão se rebelar???? ahhhhhhhhhhh seremos dominadas pelas mãos

Samy: não podemos deixar q isso aconteça priminha

Cris: eu já sei até quem será o mandante

Samy: vamos juntar nossos poderes para salvar o mundo das malignas mão alopradas

Cris: ahammmmmmmmmm isso aê

Samy: diga-me prima qual o nome do chefe delas?

Cris: a mãozinha da família Adams eu sempre achei que ela não fosse inocente e agora descobrimos seu planos maligno

Samy: pelos poderes da insanidade eu souuuu malukaaaaa pronto já morfei agora posso ajudar no combate da mãozinha e seus seguidores

Cris: pera que eu vou morfar

Cris: criszinha morfando para coelinha lilás uhuuuuuu agora que estamos prontas vamos lutar contra o império do mãozinha prima

Samy: vamos juntar nossos poderes para sermos mais forte maluca + coelhinha lilás=??

Cris: coelhas malucas lilás

Samy: uhuu iáaaaaaaa chute reverso esclerosado

Cris: soco de esquerda cruzado com o de direita parkisianooo issooo

Samy: vamos no nosso coelholokomóvel

Cris: uhum

Samy: vrum vrumm

Cris: vamos depois voar com o nosso viajithocolhelokosliláscrudos e soltar o terríveis mísseis de cosquinhas loucas

Samy: oh não prima elas me pegarammmm

Cris: nãooo, soltem a minha plimusca agora senão serei obrigada a destruí-los até virarem pó, coelhinha louca dispara um golpe fatal em mãozinha kids

Samy: super malukaa tantan consegue se soltar

Cris: mãozinha cai, plima vamos destruir esse vilão

Samy: isso mesmo vamos chamar nosso megazord

Cris:coelhusca cabesusco e malucoide contra super mãozinha kids

Samy: haiáaaaaaa poww pápá bumm pow crash zup zion

Cris: bahhhhhhhhhhhhhhhhh e finalmente coelha lílas e sua prima maluca vencem o vilão uhuuuuuuuuu palmas palmas

Samy: mais uma vez a dupla dinâmica salva o dia, salva o mundo, contra mais um vilão maligno

Cris: huuuhuuuuuuuuuuuuu Homens lindos que foram salvos dizem: meninas vcs são d+!!!!!coelha e maluca dizem: ahhhhhhh nós sabemos disso

Samy: isso isso isso

Cris: se nós mulheres não salvarmos o homens lindos e indefesos quem os salvará?

Samy: isso mesmo !!!! e mais uma vez as mão voltaram a ser mãos e nois voltamos a nossas vidas como pessoas normais

Cris:e as nossas conversas de geniais no MSN

FIM!!”

 

Samy

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Espaço Randômico > Terminar…

26 26UTC Dezembro 26UTC 2007

Não sei se acontece com vocês, mas tenho dificuldades em terminar muitas coisas que começo. A começar por esse texto e outros textos como as minhas histórias. O percorrer da vida, por exemplo, já estou há um tempão pra escrever o ultimo capitulo e não sai nada. Eu já tenho todo o final da história na cabeça, mas ta difícil botar pra fora. Eu sou meio enjoada então tenho que estar no clima e com disposição, se não, não sai nada que preste. E se não for pra sair bem feito prefiro nem fazer. E é por isso que até hoje ainda não postei o final da história, mas sei que vocês nem se lembravam disso, mesmo por que ninguém lê esse blog mesmo. Mas enfim já estou acostumada com isso. Já se foi o tempo em que me chateava MUITO por não ter leitores ou comentários. Enfim, é isso também não sei como terminar este post….

Samy

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Fantasys of My Mind > O percorrer da vida – Capítulo 2

20 20UTC Dezembro 20UTC 2007

 

Capítulo 2

Marcos chegou em casa cansado do trabalho. Tentou, mas não conseguia dormir. Sua mente pulava de pensamentos em pensamentos até que sentado na poltrona adormeceu. Ao acordar no outro dia sentiu uma sensação estranha. Achou que fosse o fato de ter dormido na poltrona, então foi para cama. Era sábado então ele poderia dormir até mais tarde. Mas sonhos estranhos permeavam sua mente. Então ele resolveu levantar. Sentia-se dolorido como se precisa-se dormir mas um pouco, mas preferiu não arriscar sonhar. Marcos encaminhou-se até o banheiro e tomou uma ducha bem gelada. Após o banho sentiu-se mais disposto. Foi buscar o jornal e ficou lendo enquanto tomava uma xícara de café. Passou a tarde tentando conter seus pensamentos e que teimavam em fugir de seu controle. Um pouco antes das seis horas lembrou-se do jantar, que por insistência dos amigos tinha aceitado participar. Pensou em fazer Nhoc, mas esta idéia lhe agitou os pensamentos então resolveu fazer uma macarronada ao molho branco. Quando terminou de cozinhar olhou para o relógio, eram seis e meia. Tinha meia hora para se aprontar. Tomou um banho, vestiu uma blusa preta e uma calça jeans, pegou seu prato e saiu de casa.

No caminho até a casa de seus amigos ele errou o caminho três vezes, sua mente não queira se fixar no trânsito. Ao chegar no condomínio dos amigos ficou rodando para encontrar uma vaga e quando a encontrou só conseguiu estacionar de frente e não de ré com sempre gostava de fazer. Adentrou a portaria e foi direto em direção ao elevador sem ser anunciado pelo porteiro.

Samy

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Fantasys of My Mind > O percorrer da vida – Capítulo 1

18 18UTC Dezembro 18UTC 2007


 

Capítulo 1

Marcos ia deixar o seu apartamento para ir trabalhar quando se lembrou de avisar a faxineira:

- Não limpe debaixo da minha cama, viu Carolina?

- Ok, já sei seu Marcos o bicho papão que vive lá pode me pegar – completou a garota rindo da recomendação que toda semana antes de sair seu patrão fazia desde que começou a trabalhar par ele. Há 5 anos atrás.

Assim, que ele fechou a porta ela se lembrou do 1° dia que foi trabalhar para Marcos. Ele havia avisado para não limpar debaixo da cama, mas ele sem entender achou que havia sido uma brincadeira. Quando o rapaz chegou e viu que ela havia mexido debaixo de sua cama ele ficou furioso. Gritou, bradou e urrou o máximo que pôde. Ele parecia encolerizado. Carolina pensou em nunca mais voltar àquela casa, mas como precisava do trabalho, uma semana depois estava de volta. E a partir desse dia nunca mais ousou limpar debaixo da cama do patrão.

A faxineira gostava do patrão. Achava-o uma pessoa ótima de se conviver. Caridoso, ele sempre tentava a ajudar. Ele era uma pessoa maravilhosa, contanto que não mexessem debaixo de sua cama. Às vezes ela se perdia no tempo tentando imaginar o porquê daquela mania bizarra, mas sabia que esse seria um mistério que ela nunca descobriria.

Samy

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Fantasys of My Mind > O percorrer da vida

17 17UTC Dezembro 17UTC 2007


Tipo literário: Conto
Título: O percorrer da vida
Composição: Prólogo,
Capítulo 1, Capítulo 2 e Capítulo 3

PRÓLOGO

Eu te odeio! – disse ela – por tudo que você me fez, pela forma que você me tratou, eu te odeio.

Esta foi a última frase da última conversa que os dois tiveram. Após esta última frase Sônia saiu pela porta sem olhar para trás e foi aí que Marcos deixou escapar uma lágrima, a única das tantas que ele impediu que rolassem enquanto os dois conversavam. Ele sabia que tinha errado, e muito, mas sabia também que Sônia não deixaria que ele se redimisse. Ela não queria que seus olhos se cruzassem nunca mais. E foi assim que Marcos foi para casa. Tentando apagar da memória aquilo que ele não poderia dominar, pois se não fosse assim viveria numa vida de loucura aonde a culpa o desgastaria a cada segundo e a vida seria um imenso corredor interminável de lamúrias e uma dor incessante que pulverizaria sua mente seu corpo e seu coração.

Assim, ele preferiu esquecer, em nome do amor que Sônia um dia havia sentido por ele e em nome do amor que ele sentia por ela. Sabia que ela o odiava, mas sabia que também que ela sofreria mais ainda se algo acontecesse a ele. Então decidiu viver bem, da maneira que conseguisse. E essa maneira seria afastar por completo tudo que tivesse relação com essa parte da sua vida.

Ao chegar em casa, recolheu todas as lembranças e pensamentos numa caixa. Juntou todos os pertences que o lembravam os momentos que viveram. Esvazio todos os momentos, felizes, os momentos de tédio e as brigas que tiveram. Guardou tudo dentro da caixa e a colocou debaixo da sua cama. Após isso ele olhou em volta do seu apartamento e notou que parecia vazio. Mas já não sabia mais por que. Ele tinha esquecido.

Samy

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Fantasys of my mind > Temas mulçumanos…

14 14UTC Dezembro 14UTC 2007

Fantasys of My Mind

 

 

Eu já li o livro “A cidade do sol” e confesso que gostei… é um livro diferente que mostra uma realidade que o brasileiro não tem muito contato… Ele conta uma história de 2 garotas mulçumanas no período de guerra mundial…  esse foi um livro completamente diferente dos livros que costumo ler e até dos que já li na minha vida… Eu recomendo… mas o que tnho notado é como o tema abordado pelo livro virou moda… semana passada eu estava na seção de livros de um supermercado… estava vendo se achava algum livro interessante… mas dos três livros que peguei para olhar, os três contavam histórias de mulçulmanas…

Fiquei pensando.. no mundo da música a moda gora é ser emo (nada contra, nem a favor)…Será que essa é a mas nova modinha do mundo da literatura?

Samy